Uma história para se contar... 
(OlhosDe£in¢e)

Você chegou em versos...
Meu coração de mansinho 
abriu uma fresta da janela
e discretamente começou 
a espiar o desfile de seus
sonetos solitários...

De madrugada em madrugada, 
trocavamos versos 
e começamos a sonhar.
Percebi que uma estrela 
sorrateira, pousou em meu olhar .

Reparei que o coração
já estava com a janela
inteiramente escancarada,
sem trinco e sem intenção de se fechar.

Mansamente o coração abriu a porta 
e você se alojou com seus versos, 
suas crônicas e suas inseguranças.
Tanto gostei que esforço-me 
em aprender a entender você ! 

A porta e a janela do coração 
não mais se fecharam,
elas garantem as suas e as minhas
idas e vindas...
É quando o sorriso se apaga e 
uma lágrima aparece .

Há um imã tão forte entre nós,
que a cada retorno,
mais ligados ficamos
e vamos vivendo o nosso amor 
sem juízo e sem alicerce .

Dia virá, em que você mesmo
voltará a ter juízo e me pedirá
para caminharmos nas alamedas floridas, 
na areia fina da praia e
navegarmos entre as estrelas
sobre o olhar mágico da lua .

(Curitiba, 30/11/2003)

********

Poema da recordação
 (Menestrel sem juízo)
 
Quantas noites enluaradas
contemplamos distantes
um do outro, nas madrugadas
delirantes !....
 
Retornam agora
aos nossos corações,
como se fosse a aurora
das evocações...
 
Entretanto, não restam perdidas
aquelas horas passadas,
fazem parte de nossas vidas
deslumbradas...
 
E no livro do destino
sempre permanecerão,
qual um melodioso hino
de amor e de paixão...
 
Porto Alegre - 27/10/2004

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