Há de haver...
Marilda Diorio (OlhosDe£in¢e)
Interpretação:Astir *Carr

Há de haver um lugar
em que a serenidade de amar
seja o olhar brilhante de esperança,
de pássaros a navegar no espaço,
no ar que dá vida e beleza aos sonhos.

Há de haver um ser humano
que sonhe como eu,
que acredite no amor,
que respeite e admire
a companhia amada.

Há de haver entre o céu e a terra
um casulo de amor,
enfeitado pelas flores do bem-querer,
com janelas abertas distribuindo alegrias
e uma chaminé exalando fumaça azul
em formatos de corações.

Há de haver um sol que ilumine
o caminho da felicidade,
que receba a noite
com refletores de estrelas
e a vírgula crescente da lua
seja o indicativo da plenitude
transparente de uma vida sã,
liberta dos males humanos.

Há de haver um colar de amigos
tão valioso, que permaneça brilhante,
lustrado continuamente pela fidelidade,
para que dúvidas não haja
e o laço de veludo da amizade nunca desate.

Há de haver um momento
em que a chuva da felicidade
lave as dores e as mágoas
esparramadas no assoalho do coração,
deixando-o reluzente
para acolher o verdadeiro amor.

Não pode ser utopia,
fomos feitos para aprender,
para amar,
para perdoar
e para buscar a paz!

Há de haver a paz tão sonhada
entrelaçada ao amor universal
e ao infinito do amor a dois.

Há de haver... Há de haver...

Curitiba, 27 de fevereiro de 2010,
às 20h45

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