Engano
(Caio Lucas & OlhosDe£in¢e)
 
Sou o previsível do imprevisível,
tracei meu perfil.
o desejo inquieta e sugere desejo,
na balança está uma vida:
a minha.

No lado oposto da balança,
outro perfil se desnuda,
o meu,  aquela que transparece
na tristeza, na alegria, no amor e na vida!

No coração, um rosto de mulher,
desenhei seu corpo atrevido,
não quero um anjo,
muito menos um demônio,
duvidei dos "se" e "por quê"....

Invejo-o em sua abstinação
e recolho para
dentro do meu coração,
a silhueta sonhada,
do homem que me fará feliz!

Cristalizei meu coração,
dos fracassos fiz paixão,
outros sentimentos brotaram,
na alma uma falsa paz,
senti que poderia sonhar e sonhei.

Limpei meu coração,
embrulhei os fracasssos, os enganos,
a paz que nunca existiu, a mistificação
de amores passageiros e joguei-os ao vento!

Meus sentimentos foram de mão em mão,
sem desenhos, sem ritmos,
o amor não veio com a paixão,
algumas tempestades demoraram,
tentando esquecer, tudo foi de mim.

Ah! Sentimentos...
um a um eu pacientemente
adestrei-os e fiz  deles,
um elo enorme e entreguei-o a chuva!

Tracei uma linha reta no peito,
era o oposto da realidade,
queria vida, mas sem amor,
uma paixão sem entrega, saí à procura,
me enganei, encontrei você e amei.

Nada tracei,
deixei que os "porquês" do caminho,
me dessem entendimento,
para recolher suavemente
na hora certa, aquele que me
presenteará com o bouquet do amor!

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