Até quando... Até quando...
(OlhosDe£in¢e)
Interpretação:Astir*Carr

Jogam-se palavras ao mundo
Erguem-se pilastras de ira
Lágrimas em córregos da alma
Umedecem a terra que pisamos.

Segue-se a vida
Em tortuosas estradas
Curvas em desalinho
Apontam o inesperado da vida.

Norte, Sul, Leste ou Oeste
Não importa a direção
A violência estampa-se em nossos olhos
O pavor rouba a serenidade sonhada.

Crianças, jovens, velhos
Buscam a paz procurada
Encontram a fome, a miséria,
O desrespeito ao ser, teatros de hipocrisias
Em platéias de ausentes aplausos
Apenas semblantes tristes
Diante da verdade da justiça falha.

Os anos passam e a ipueira dos soberbos
Mistura-se ao suor de um povo
Cansado de presenciar a sarjeta
Banhada pelo sangue do inocente.

Mundo insidioso,
Mundo de quimeras perdidas
Mundo insano
Mundo doente
Impregnado de chagas em decomposição...

Até quando... Até quando...

Curitiba, 29 de maio de 2007
Às 20h35

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