Às vezes...
(OlhosDe£in¢e)
Interpretação:Astir *Carr

Às vezes...
Penso que não existo,
que estou no mundo errado!

Às vezes...
Sonho acordada
olhando para o horizonte,
na esperança de vê-lo chegar.

Às vezes...
Choro tanto... tanto...
que o mar torna-se pequeno,
para conter as minhas lágrimas.

Às vezes...
Fujo das verdades,
com receio da decepção.

Às vezes...
Acolho o silêncio,
fazendo-o meu companheiro
por dias e noites seguidas

Às vezes...
Pincelo o céu com cores tão vibrantes,
que consigo ver o rosto da alegria.

Às vezes...
Vejo-me menina
brincando de ser adulta.

Às vezes...
Caminho sem rumo,
ouvindo o coral de pássaros,
até que meus pés doídos,
assinalem o momento de parar.

Às vezes....
Fecho os olhos e tateio o espaço,
querendo sentir o seu abraço.

Às vezes....
Apago o sol,
porque necessito das estrelas para sonhar.

Por fim...
Desligo-me do imaginário
e volto à realidade crua e nua.

Às vezes... às vezes...

Curitiba, 12 de novembro de 2007.
Às 6h10

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