Areia branca
(Caio Lucas &
OlhosDe£in¢e)

Sou alguns grãos de pedra pequena
solto nas águas salgadas de minhas lágrimas,
a chuva dói no corpo como paixão perdida,
enquanto estou aqui parado,
algumas ondas de carinhos vem e vão rápido.

Sou a concha que enrosca em você. 
Suas lágrimas armazeno em mim.
Sou a paixão perdida transformada
nas ondas de carinhos que acariciam você!

A areia branca me divide entre muitos mundos,
reflexo simples de lua mistura-se à quentura do sol,
solto, rolo entre pedras e pés descalços,
estou seco de sentimentos, por dentro e por fora,
espero a chuva fina ou quem sabe uma paixão morna.

Na divisão de seus mundos
encontro na lua o espelho de sua alma,
seus sentimentos confusos me inspiram 
a reavivar a sua paixão!

Grãos de pedras soltas, malditas e solitárias,
sinto dor na minha pele enrugada pelo tempo,
quero outras mãos para me levantar,
não me lembro dos carinhos no rosto liso,
dos beijos, jamais terei seu gosto outra vez.

Não maldigas a dor que o tempo implanta, 
esquece que foi com o passado que aprendeu a amar?
Estendo a minha mão para alisar suas rugas.
Consegue agora, sentir os carinhos de outrora?

Minha vida é uma mistura fina e branca de nada,
as memórias se foram, os arrependimentos vêm a mente,
preciso voltar à praia, sentir o macio das ondas,
não quero ser pedaço de pedra rolando a margem,
quem sabe me encontro, te amo e me amo.

Ainda há tempo para você sonhar...
Na memória guarde o passado, 
no presente reencontre o amor, 
no futuro alimente a vida,
faça isso e a paixão voltará!

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